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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Merkel em Portugal... Que mel ou que mal?

   Então malta dizem que a Merkel vai fazer uma visitinha aqui ao nosso cantinho? Deve ser uma daquelas visitas parecidas com as dos casais, quando têm intenções de comprar casa e vão visitar uns imóveis por aí. Esta compradora já foi ver, há menos de um mês, um imóvel bem mais afundado que o nosso... Agora quer passar as vistas aqui pela zona, para saber se pode pôr móveis e tapetes bem mais pesados para o nosso chão. Quer ver se a banca IRS combina com os armários IMI ou se precisa de acrescentar algo à mesa IVA. Ou por outra, Merkel poderá encarnar o papel da mulher insatisfeita: " Estes sofás Desemprego são demasiado pequenos e eu não vou ter sítio suficiente para me sentar e deitar, este tapete Condições de Vida dos portugueses tem uma cor demasiado viva e alegre, eu quero uma decoração mais discreta e cinzenta, nesta minha casa  de férias."
   Mas, a verdade é que estas visitas feitas por Angela Merkel não são apenas uma demonstração da patetice de Durão Barroso, como também fazem lembrar uma visita do chefe da metrópole às sua colónias.
  
   A visita da chanceler está prevista para Novembro, por isso faço um apelo à malta para que haja hospitalidade e (in)tolerância para receber em CEO da Europa.
   Agora... Alguns conselhos... em vez de levarem tomates normais, levem os tomates coração de boi (pode ser que ele encontre a sua alma gémea e se emborrache contra ela), não levem cartazes para não dar impressão que temos muito dinheiro para gastar em papel e, uns dias antes por uma questão de cultura, peguem no dicionário (Portugês-Alemão) e dêem duas de leitura para podermos mostrar que somos muito cultos e que sabemos insultar a chanceler corretamente...


(Pode ser que alguém se lembre de levar à gorda uma canja) x)


Observação do dia

Tachos e panelas têm saído à rua (para se manifestar) e os tachos e as panelas no governo e na administração pública, não saem?



sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Crítica sobre a renovação da frota automóvel do PS


   Este foi um texto que publiquei num grupo socialista ao qual pertenço no Facebook: "Cyber Secção PS (em formação)"

   "Antes de Socialista, sou um futuro contribuinte português e por uma questão de imagem e de ética, acho que o nosso grupo parlamentar devia dar o exemplo. Esta má opção de renovar a frota automóvel, aos olhos dos portugueses que vivem numa situação de sacrifício extremo, é uma afronta ao seu esforço e ao seu sofrimento para se alcançar a recuperação económica do país. Custa-me ainda mais depois de uma subida "brutal" dos impostos e da degradação diária das condições de vida dos portugueses. 
Para além disto, reprovo as declarações Carlos Zorrinho: “É dinheiro dos contribuintes? Claro que é. Mas quem quer uma democracia sem custos, o que verdadeiramente deseja é uma não democracia. Sem democracia os custos são ainda mais elevados mas ninguém sabe. Eu sou democrata e quero que tudo se saiba.” É lamentável dizer isto depois de termos um país profundamente endividado e seja retirado dinheiro público para investir em mordomias supérfulas, justificando de forma pouco lógica esta situação. 

   Meus amigos, seja PS, PSD, CDS-PP, CDU ou BE, tento ser sempre ter a imparcialidade e a coerência para avaliar as propostas, as condutas e as decisões de todos os partidos. Penso que não deixo de ser menos socialista por isso, mas acima de tudo quero deixar a hipocrisia de lado e tento chamar as coisas pelo nome...."



terça-feira, 9 de outubro de 2012

Mouseland

   Cada vez mais a sociedade portuguesa é desigual e essa desigualdade é visível no cada vez maior e mais expressivo distanciamento entre os mais ricos e os mais pobres. Pois é... Já em 2004, éramos o 3º país com maior desigualdade entre ricos e pobres, a nível mundial (atrás do México e da Turquia).
   Com base nisto, lembrei-me em mostrar-vos um vídeo que mostra bem a situação atual da política portuguesa, que cada vez mais governa segundo os interesses próprios e de terceiros (que por sinal, são bem abastados). O vídeo é uma fábula narrada pelo ex-deputado canadiano Tommy Douglas e chama-se "Mouseland".



segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Liderança do PS

   Sempre fui da opinião que o António José Seguro não tem perfil para ser o líder do PS. Depois do discurso proferido por António Costa na celebração do 5 de Outubro e da intervenção de Francisco Assis no debate quinzenal, fiquei com a sensação que o verdadeiro candidato do PS para as legislativas deve estar entre estes dois nomes.
   AJS tem sempre o mesmo discurso, demonstrando limitações reveladoras de uma falta de preparação para assumir os destinos do país. "Esta austeridade vai-nos conduzir ao desemprego e ao empobrecimento", " Se eu fosse primeiro-ministro...", "Este aumento de impostos é um assalto à mão armada aos bolsos dos portugueses."
   Eu não questiono a veracidade destas declarações, mas é feito em modo "replay". A malta socialista anda sem rumo e este líder não tem conseguido mobilizar o partido à procura de uma vontade comum.
   Mas vocês podem questionar: "Porra Carlos... Tu não gostas de nada que o homem tenha feito?"
   E eu respondo: "Gostei da proposta apresentada para a redução do número de deputados, no entanto custa-me a acreditar que esta medida tenha avançado depois de uma situação de emergência, depois de se pôr a classe média de tanga, depois de se atingir um desemprego superior aos 15% e depois dos portugueses serem obrigado a sair à rua...
   Espero que o PS se possa organizar, para que possamos ter uma alternativa credível, que possa trazer algum alento à malta... Atualmente, nenhum dos principais líderes partidários representa uma alternativa pertinente e capaz de resolver as questões do nosso país. Tenho alguma esperança no António Costa, acho que existe algo de genuíno neste individuo....

    Vamos ver....







quinta-feira, 4 de outubro de 2012

É assim na Suécia....

  
   Na Suécia, os deputados são cidadãos normais, sem mordomias desnecessárias e despesistas...  Estão a cumprir um dever cívico e a defender uma causa comum. O Rei perdeu todos os seus poderes e apenas possui uma simbologia histórica institucional. Não é por acaso que a democracia sueca é considerada a mais próxima da perfeição, a nível mundial!
    
   Será isto utópico em Portugal? Poderá isto alguma vez acontecer num país como o nosso? Terão algum dia os nossos "representantes", mentalidade e bom senso para olhar para este caso?



domingo, 30 de setembro de 2012

"Morre que és despesa"

   Esta foi a frase usada por Daniel Oliveira, cronista do Jornal Expresso, para retratar de forma critica o assunto atual da atualidade politica. 
   Parece ser esta a frase subentendida pelo governo, quando se trata de falar nos cortes no Sistema Nacional de Saúde (SNS). Tem se falado na possibilidade de se colocar uma legislação que limita o acesso aos medicamentos mais caros para tratar doenças como a sida ou o cancro.
   Como posso classificar isto? Imoral, irracional, uma medida sem escrúpulos, sem sensibilidade, desumana, sem ética, maldosa e desrespeitosa para com a condição do doente.
   Daniel Oliveira expressa tudo o que está no nosso interior, quando vemos esta medida ser pensada: «Que fique claro: para continuar a lutar por uma vida não vale tudo. Há coisas que se devem ter em conta. A vontade do doente. A sua qualidade de vida. O sucesso previsível do tratamento. Não os custos. Porque uma vida, um mês de vida que seja, não tem preço. É isso que separa a civilização da barbárie. E no dia em que o médico passa a contabilista sabemos que nada estará entre nós e quem tem de fazer as contas. Que alguém deixou de cumprir o seu papel. O do médico não é medir o valor financeiro dos últimos dias que vivemos. É lutar por nós.»


   Para concluir, quero relembra-vos que esta medida foi sugerida por Miguel Oliveira da Silva, presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências Vivas. Ele refere que: 
"vivemos numa sociedade em que, independentemente das restrições orçamentais, não é possível, em termos de cuidados de saúde, todos terem acesso a tudo". Estando o maior representante de um conselho, que defende a ética na Ciência e no contacto desta com a Saúde, a proclamar a necessidade da existência de um acesso desigual a um bem essencial para a sobrevivência do ser-humano, só posso ficar surpreendido e lamentar todo este episódio muito contraditório e revoltante...










terça-feira, 25 de setembro de 2012

Rendimentos de 15 políticos antes de chegarem ao governo



Joaquim Pina Moura (cargos: Secretário de Estado-Adjunto, Ministro da Economia, Ministro das Finanças e da Economia) 
Salário Anual Bruto:
Antes de estar no governo- 22.814 euros. Depois de estar no governo- 697.338 euros.



Jorge Coelho (cargos: Secretário ajunto e da Administração, Ministro do Estado e do equipamento social)
Salário Anual Bruto:
Antes de estar no governo- 41.233 euros. Depois de estar no governo- 702.758 euros.



Armando Vara (cargos: Secretário de Estado da Administração Interna; Ministro da Juventude e do Desporto)
Salário Anual Bruto:
Antes de estar no governo- 59.486 euros. Depois de estar no governo- 822.193 euros.



Manuel Dias Loureiro (cargos: Ministro dos Assuntos Parlamentares; Ministro da Administração Interna) 
Salário Anual Bruto:
Antes de estar no governo- 65.010 euros. Depois de estar no governo- 861.366 euros.






Fernando Faria de Oliveira (cargos: Ministro do Comércio e do Turismo)
Salário Anual Bruto:
Antes de estar no governo- 65.010 euros. Depois de estar no governo- 700.874 euros.




Fernando Gomes (cargos: Ministro Adjunto e da Administração Interna)
Salário Anual Bruto:
Antes de estar no governo- 47.901 euros. Depois de estar no governo- 515.000 euros.


António Vitorino (cargos: Ministro da Presidência e da Defesa Nacional)

Salário Anual Bruto:
Antes de estar no governo- 36.089 euros. Depois de estar no governo- 383.153 euros.




Luís Parreirão (cargos: Secretário de Estado da Administração Interna; Secretário Estado Adjunto e das Obras Públicas)
Salário Anual Bruto:
Antes de estar no governo- 52.212 euros. Depois de estar no governo- 463.434 euros.



José Penedos (cargos: Secretário de Estado da Energia; Secretário de Estado da Indústria e Energia; Secretário de Estado da Defesa)
Salário Anual Bruto:
Antes de estar no governo- 112.947 euros. Depois de estar no governo- 728.635 euros.



Luís Mira Amaral (cargos: Ministro do Estado e da Segurança Social; Ministro da Indústria e da Energia)

Salário Anual Bruto:
Antes de estar no governo- 64.958 euros. Depois de estar no governo- 414.294 euros.



António Mexia (cargos: Ministro das Obras Públicas, dos Transportes e das Comunicações)
Salário Anual Bruto:
Antes de estar no governo- 680.360 euros. Depois de estar no governo- 3.103.448 euros.


António Castro Guerra (cargos: Secretário de Estado Adjunto e da Inovação)
Salário Anual Bruto:
Antes de estar no governo- 43.658 euros. Depois de estar no governo- 210.828 euros.






Joaquim Ferreira do Amaral (cargos: Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações)
Salário Anual Bruto:
Antes de estar no governo- 64.968 euros. Depois de estar no governo- 278.258 euros.




Filipe Batista (cargos: Secretário de Estado Adjunto)
Salário Anual Bruto:
Antes de estar no governo- 74.254 euros. Depois de estar no governo- 192.282 euros.





Ascenso Simões (cargos: Secretário da Administração Interna; Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e Florestas)
Salário Anual Bruto:
Antes de estar no governo- 70.285 euros. Depois de estar no governo- 122.102 euros.


Conclusão: Esta é uma pequena pista para o "Pedro", para que ele possa poder saber quais as possíveis gorduras do estado, onde ele pode mesmo cortar.

Esta é mais uma pequena prova da desigualdade das condições de vida da classe política, face ao nível de vida da população. Isto é vergonhoso...




domingo, 23 de setembro de 2012

Tiririca = José Manuel Coelho

Querem ver palhaçada na politica brasileira ou palhaçada na politica portuguesa?
Para não vos deixar neste impasse, dou-vos as duas opções ;)










  (Eu concordo com as posições do José Manuel Coelho sobre a asfixia democrática da Madeira e falta de liberdade de expressão no arquipélago, mas considero o seu estilo cómico.)

sábado, 22 de setembro de 2012

Tirará Coelho, coelho da cartola?

   Toda a gente (até os próprios militantes sociais-democratas) afirma que este primeiro-ministro, este governo, esta governação e esta politica neoliberal são uma carta fora do baralho, um zero em termo de eficácia, um fracasso monumental...
   Depois do chumbo do TC à lei do corte dos subsídios, do redondo falhanço dos objetivos para o Orçamento de Estado 2013, da descoberta das irregularidades na licenciatura de Miguel Relvas, da falta de preparação, clareza, frontalidade e diálogo do primeiro-ministro no seu anúncio das medidas ao país durante o jogo da seleção nacional de futebol e da reação provocada pelas manifestações do dia 15 de Setembro, Pedro Passos Coelho está cilindrado... Hoje, encarna uma imagem descredibilizada e enxugada de descontentamento e fúria popular.
 

   Seguindo o que vemos no cartoon, esperamos por ver qual o "coelho" que o primeiro-ministro tem na cartola, para enfrentar o que se segue neste enredo politico....




Um coelho, uma cartola... Magia!!

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

(-) Estado Social em Portugal



   Com esta crise cada vez mais esta noção perde o seu valor prático. Temos um défice muito extenso nas políticas de proximidade, não existindo um acompanhamento ou uma preocupação em perceber a real situação no seio da sociedade.
Surge aqui a pergunta, mas então, qual é o grande problema do nosso estado social?
   O nosso E.S está desmantelado, isto é, dividido em sistemas: Educação; Serviço Nacional de Saúde; Pensões...
   A meu ver, o E.S deve ser tratado "como um todo", para que possamos tratar das questões municipais e regionais com mais força. Deve existir responsabilidade dos próprios cidadãos no zelar pelo bem-estar do nosso estado-social, tendo em conta que é obrigação de todos trabalhar, produzir e contribuir para o cumprimento dos princípios morais e das normas sociais impostas pela sociedade.    Deve existir responsabilidade dos nossos políticos, para que consigam assegurar a sustentabilidade do nosso E.S e evitar que este seja retirado às gerações futuras, porque este sistema não foi criado nem pela esquerda, nem pela direita.
   Portugal é dos países que desfruta das menores receitas da proteção social (30%), inferiores por exemplo à média europeia (57%), à França (43,8%) ou à Espanha (47,9%). A despesa pública relacionada com a proteção social cresce, anualmente, 1,5%.
   A qualidade do apoio concedido aos cidadãos através do investimento de uma boa percentagem do PIB nas políticas sociais, a clareza das leis e dos regulamentos do Estado Social contribui para o desenvolvimento de um Estado Social e para o crescimento do Índice de Desenvolvimento Humano de um País.
   Como o nosso país tem cada vez um PIB mais miserável, a fatia investida no seio social é cada vez mais fininha e isso leva à multiplicação da degradação das condições de vida e do aumento da pobreza em Portugal.
    Grave.... MUITO GRAVE :/


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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Educação: os países mais gastadores e os que tem maior qualidade

Esta tabela mostra-nos a percentagem do investimento na educação, em relação ao total do PIB dos países contabilizados.

RankingPaísGasto com educaçãoPosição no Pisa
1Islândia7,80%16º lugar
2Noruega7,30%12º lugar
3Suécia7,30%19º lugar
4Nova Zelândia7,20%7º lugar
5Finlândia6,80%3º lugar
6Bélgica6,60%11º lugar
7Irlanda6,50%21º lugar
8Estônia6,10%13º lugar
9Argentina6%58º lugar
10Áustria6%39º lugar
11Holanda5,90%10º lugar
12França5,90%22º lugar
13Israel5,80%37º lugar
14Portugal5,80%27º lugar
15Brasil5,70%53º lugar
16Eslovênia5,70%31º lugar
17Reino Unido5,60%25º lugar
18Suíça5,50%14º lugar
19Estados Unidos5,50%17º lugar
20México5,30%48º lugar
21Hungria5,10%26º lugar
22Polônia5,10%15º lugar
23Canadá5,10%6º lugar
24Alemanha5,10%20º lugar
25Coreia do Sul5%2º lugar
26Espanha5%33º lugar
27Austrália5%9º lugar
28África do Sul4,80%(não participa)
29Rússia4,70%43º lugar
30Itália4,70%29º lugar


Os últimos na classificação dos mais gastadores são: a Indonésia (investimento de 3% do PIB), a Índia (investimento de 3,5%), o Japão (3,8%), a Eslováquia (4,1%) e República Checa (4,4%). 



Isto demonstra que os países não precisam de gastar muito, mas gastar bem. A lógica é investir no capital humano formado no país, para que se possa tirar proveito desse investimento. Isto não está a acontecer em Portugal, porque o Estado está a investir na formação de inúmeros jovens, obrigando-os a emigrar... Porque não existe espaço para nós no mercado de trabalho...
Deixo-vos algumas perguntas:

  • Este sistema de ensino prepara suficientemente bem os alunos?
  • Os alunos saem das universidades prontos a iniciar a sua vida profissional?
  • O ensino em Portugal é exigente?




domingo, 16 de setembro de 2012

Manifestação "Que se lixe a Troika, queremos as nossas vidas"

Aqui em Braga, foi assim....


Paulo Morais abre o livro

   Querem ter uma injeção de informação sobre casos concretos de fraude, conflito de interesses, falta de ética e transparência dentro da política portuguesa?
   Querem saber a verdade sobre a inutilidade e a inatividade da Comissão da Ética da AR?
   Querem saber porque é que a Assembleia acaba por ser uma "sociedade de advogado open-space"?


   Paulo Morais (vice-presidente da ONG Transparência e integridade e ex-vice-presidente da Câmara do Porto).



sábado, 15 de setembro de 2012

Será o fim dos SMS's grátis?



   Fala-se de uma medida impulsionada pelo ministro-adjunto e dos assuntos parlamentares, o (Dr.) Miguel Relvas, que pretenderá acabar com os tarifários das redes móveis portadores de sms's grátis. O ( Dr.) Miguel Relvas justifica a medida: «afeta o desenvolvimento de crianças e adolescentes».             

   Na Vodafone está prevista a extinção do Yorn Power SMS; Extravaganza; Vita 91 sms e do Vita 91 extreme. Na Optimus, o TAG será o único visado e o Moche será o tarifário afetado na TMN.
   Estes tarifários permitem um contacto permanente dos jovens, encurtando distâncias, aproximando-os e incentivando-os a estar permanente disponíveis a interagir uns com os outros.

    Segundo o  tv65.net, esta proposta pode vir a ser aceite por todos os partidos presentes na Assembleia da República, apenas o Bloco de Esquerda se manifestou contra a medida.


   Apesar de não ser um amante dos sms's e de não estar permanentemente agarrado ao telemóvel a falar com o pessoal, discordo com a medida, porquê?





  • Trata-se um sistema extremamente económico e recompensador para os bolsos depauperados da malta;
  • No meu entender, as operadores necessitam dos tarifários, pelos benefícios provenientes dos carregamentos obrigatórios, dos carregamentos semanais ou mensais necessários para usufruir dos sms's para a mesma rede e de outras regalias, consoante o tarifário e a operadora.
  • O estado lucra sempre com uma fatia interessante dos lucros das operadoras e os tarifários muito contribuem para isso.
   
   No entanto, tenho de reconhecer que as radiações emitidas pelo telemóvel trazem alguns malefícios para saúde pública e que estes tarifários provocam alguma dependência da malta, por isso acredito que as opiniões não são consensuais.

   O que acham? 



  













(Deixo-vos o link do Site onde vi a notícia)*
 http://tv65.net/governo-pretende-acabar-com-os-sms-gratis/

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Manifestação - Dia 15 de Setembro



   Provavelmente não vou, porque tenho um compromisso... Tenho pena, pois gostava de protestar contra este exagero e juntar-me a este descontentamento geral. Mas deixo o apelo para quem sentir a vontade de exprimir a sua insatisfação e quiser cumprir um direito cívico.
   Segundo o que sei, esta manifestação está prevista para Braga e para o Porto.